Eles proibiram isso. Ou eles são. Menores de 16 anos, fora dos principais aplicativos. Esse é o anúncio. O decreto. O limite.

Mas por que?

Essa é a verdadeira questão. Não “eles podem bloqueá-lo”, mas “está funcionando?” O show começa. A professora Amy Orben, de Cambridge, entra. Ela dirige o Grupo de Saúde Mental Digital. Ela conhece os dados. A Dra. Catherine Sebastian da Wellcome também está lá. Chefe de Evidências. A dupla desvenda a bagunça por trás da política.

Existe prova? Ou há apenas barulho?

Eles procuram o sinal. É um trabalho complicado. As evidências não ficam bem guardadas em caixas. Isso muda.

Enquanto isso, o futebol retorna. De novo. Sempre acontece. Disputas de pênaltis. Aqueles momentos de alta tensão. Tom pergunta se eles nos ensinam alguma coisa sobre diplomacia. Provavelmente sim. Talvez. A lógica é tênue, mas existe.

Depois vem o dinheiro. Valorização do futebol. Quanto custa um jogador. Kit Yates se junta a nós. Ele dá aulas em Bath. Ele também é um fã. Ele traz matemática. Especificamente, falhas. Acidentes de carro.

O valor de um jogador prevê acidentes de trânsito.

Espere. O que?

Se o time deles vencer? Os acidentes diminuem. Se eles perderem? Eles sobem. Ou é a própria avaliação que desloca a curva? Kit calcula as probabilidades. Ele escolhe um esquadrão. Não baseado em talento, mas em dados. Jogadores científicos. Estilo Copa do Mundo.

Tom Whipple lidera. Os produtores – Kate, Katie, Keiran, Martin, Jana – controlam. Eles montam as peças do quebra-cabeça. Alguns se encaixam. Outros não.

Queremos respostas. Limpos.

A proibição vem primeiro. A evidência segue. Ou talvez esteja atrasado. Talvez apenas pressionemos o botão. Veja o que quebra.

Então. O aplicativo fecha às dezesseis.

Mas o que muda?