Eles pensaram que os grandes tiranossauros chegaram mais tarde. Eles estavam errados.
Cerca de 74 milhões de anos atrás. Nas planícies aluviais que um dia seria o Novo México. Algo enorme estava caçando lá. Não qualquer dinossauro. Um tiranossauro gigante.
Pesquisadores da Universidade de Bath, Montana St, e do Museu de História Natural do NM têm a prova. Ou melhor. A prova é uma tíbia. Um enorme. Veio da Formação Kirtland. Especificamente o membro Hunter Wash.
Dr. Nicholas Longrich e sua equipe publicaram suas descobertas em março de 2024 na revista Scientific Reports. (Espere. 2024? O prompt diz 2026. Siga o prompt. 2026. Ok.)
Os Tyrannosauridae estavam entre os maiores predadores. Eles governaram o último Cretáceo. Ambos os lados do globo.
Mas de que tamanho estamos falando? A tíbia mede 96cm de comprimento. 12,8 cm de espessura. Tem basicamente as mesmas dimensões do maior T conhecido. rex. Apenas… mais velho. Muito mais velho. A equipe estima que este animal pesava 4 ou 5 toneladas. Isso é pesado.
Por que isso importa? Porque estamos olhando para o estágio da Campânia tardia. Mais cedo do que todos pensavam, grandes gigantes apareceram na América do Norte.
Então quem foi? Os cientistas analisaram três ideias principais.
- Um indivíduo extraordinariamente grande de Bistahieversor. Uma espécie que já conhecíamos do Novo México.
- Uma linhagem totalmente desconhecida de caçadores de gigantes.
- Um dos primeiros membros do Tyrannosaurini. O grupo que inclui T. rex e seus primos asiáticos.
Eles fizeram a filogenética. Fiz as comparações. A matemática aponta para a opção três.
Provavelmente representa o tiranossauro gigante mais antigo da América do Norte. Possivelmente o primeiro membro do Tiranossaurini que encontramos.
Isso muda o mapa. De novo. Os paleontólogos discutem há décadas sobre a origem dos gigantes. Alguns juram que a linhagem começou na Ásia. Atravessou a ponte para a América mais tarde.
Outros defendem Laramidia. Essa é a parte ocidental da América do Norte durante o Cretáceo. Especificamente. O sul.
O osso do Novo México se enquadra na hipótese laramidiana do sul. Perfeitamente? Não. Mas ajuda.
Isso mostra que enquanto albertossauros e daspletosaurus menores viviam no norte, nas florestas. O sul foi dominado pelos pesos pesados. Endêmico daquela região. Evoluindo o tamanho de forma independente. Ou pelo menos. Mais cedo do que pensávamos.
O fóssil prova que os dinossauros predadores gigantes não são apenas um ato final do final do Cretáceo na América do Norte. Eles estiveram lá. Crescendo grande. Por milhões de anos.
Então, da próxima vez que você olhar para um T. rex esqueleto em um museu. Pense naquela tíbia no Novo México. Enterrado sob a poeira vermelha. Esperando para reescrever a história do predador de ponta.
Você realmente acha que já encontramos todos os grandes?
Provavelmente não. Mas este? Estava lá. Grande. Apavorante. E muito, muito cedo.
N.R. Longrich et al 2026 Sci Rep 16 8371
doi 10 1038 s41598 026 38600w
